12 comentários em “É possível deixar de ser homossexual?

  1. O grande problema desse assunto, é que ele já é visto como algo errado. Quando um homossexual tem uma atitude ruim, vira notícia e essa imagem fica pra sempre. Ou então, ele vira a comédia da vez. A mídia é extremamente tendenciosa. Agora, que o assunto está em alta (justamente porque existe uma facilidade em se assumir e compartilhar informações na velocidade luz e porque várias notícias sobre homofobia violenta vem à tona), a mídia, por sua vez, também vê-se necessitada de angariar seguidores. Logo, as novelas, os jornais, os artistas e etc, passam a bombardear as pessoas com matanças, preconceitos, personagens afeminados caricaturados, rebeliões e etc. Mas, no afã de “ajudar” (ou seria só egoísmo?), só trazem problemas.

    Então é muito fácil criar um ódio ou uma revolta naquelas pessoas que não concordam com a homoafetividade. Com a Igreja (falo de todas as religiões e não somente da Católica) então, apontando todo uma escória defeituosa, é ainda mais perigoso. Infelizmente, ninguém consegue entender que a sexualidade É PARTICULAR. Parece que para os gays, isso é assunto de mesa de bar. Que eles não podem fazer tal coisa, nem aquela outra…que devem ser castrados se querem participar da vida social em direitos e deveres. A vergonha é essa. E não qualquer outro ponto.

    Todas essas leis seriam desnecessárias se não houvesse tanta intolerância da sociedade em relação às diferenças, tanto de raça, cor, religião, condição sexual e etc.

  2. Mas Flávia, a Igreja nunca condenou as pessoas com tendências homossexuais. Ela, como fiel depositária dos ensinamentos cristãos, deve dizer: “meu filho, isso é certo e isso é errado”. Mas no fim das contas o que vale é o livre arbítrio. A pessoa segue se quiser. Não há intolerância em pregar algo diferente do que você acredita.

    • Eu não disse que o fato das pessoas não acreditarem/concordarem com algo é errado. O que eu questionei, são as atitudes para tal pregação. Como você mesmo disse, o livre arbítrio é verdadeiro e até mesmo liberdade de expressão está assegurada na Constituição.

      Agora, existe uma linha tênue entre liberdade de expressão e agressão. Infelizmente, a maioria dos movimentos (tanto da comunidade gay, quanto daqueles que não concordam) invadem a liberdade e até mesmo insultam a outra parcela. As leis contra a homofobia valem justamente para proteger os cidadãos homossexuais contra atos agressivos e discriminativos. Enquanto os que não concordam agridem com insultos do tipo, “vocês são animais”, “são sujos e deploráveis” e até mesmo com surras e assassinatos; os homoafeitivos tentam impor a qualquer custo a verdade deles. É aqui que chamo atenção para a intolerância, de todos os lados.

      Repito: Todas essas leis seriam desnecessárias se não houvesse tanta intolerância da sociedade em relação às diferenças, tanto de raça, cor, religião, condição sexual e etc.

      A intolerância parte dos dois lados. Ninguém é obrigado a aceitar nada e muito menos a mudar. O que vale é o respeito.

  3. Eu acho esse assunto bem delicado. Não acho que seja errado e nem ofensivo pensar que a pessoa poder sair dessa condição e ir para a outra. Lógico que deixar de ser homossexual não é algo fácil e provavelmente seja uma luta constante.

    A verdade é que se sabe pouco sobre isso e o que já é conhecido não permite concluir nada por definitivo. Mas eu concordo com o autor do livro quando diz que a pessoa tem o direito de escolher a opção, seja pela heterossexualidade, pela homo ou bi.

    Vinícius, quando você diz:

    “Há uma máscara de tolerância promovida pelo movimento gay. O respeito deve ser apenas unilateral. Qualquer um que questionar o dogma da condição perpétua da homossexualidade humana está fadado ao escárnio social.”

    Eu concordo em partes com isso. Como hétero eu sinto que existe essa tolerância unilateral da parte do movimento gay, PORÉM acredito (e espero que seja assim) que isso venha de uma pequena parte do movimento. A verdade é que isso é bem comum com as minorias que querem ter seus direitos ouvidos: já presenciei uma pessoa do movimento negro interpretando uma opinião como racista, sendo que não tinha nada de racista. O caso foi assim:

    Estava num passeio de escola na antiga Câmara dos Deputados. Era um debate sobre inclusão e envolvia questões de racismo, não lembro exatamente tudo. Mas lembro que o assunto chegou no assunto cotas para negros na universidade. Um dos alunos da minha escola foi lá falar que ele era contra e porque ele era contra. Até aí, tudo bem. Quando ele saiu, a mulher que estava dirigindo o debate e era ativista, disse algo do tipo: “Achei muito corajoso de assumir seu racismo”. O menino pediu pra ir lá de novo pra explicar direito.

    Isso foi só um exemplo de que essa do respeito unilateral, do querer empurrar goela abaixo suas idéias existe, mas penso que não são a maioria. Não que seja bom e nem que deva ser usado como desculpa, mas é até esperado daqueles que se sentem menosprezados e querem ter os seus direitos atendidos assim como qualquer cidadão de bem.

    Bom, desviei um pouco do assunto, mas acho que foi valido.

    Abraços.

  4. Bom, acho que não há problema na escolha de um gay querer se tornar heterossexual (se isso for possível). Mas, na minha opinião, deveriam se ter mais esforços em acabar com o preconceito, pois é isso que faz com que o indivíduo não queira ser gay. Todo gay que não se aceita assim tem um motivo, seja por causa da criação familiar, seja pelo medo da repressão social. Oras, se uma pessoa cresce ouvindo da família que ser gay é errado, que homossexuais vão para o inferno, que a homoafetividade é repulsiva, etc. e acaba se descobrindo gay, é óbvio que ela não vai querer ser assim. Isso porque já lhe foi incutida a ideia de que ser gay não é aceitável.

    Se um dia inventarem algo que torne possível um homossexual se tornar heterossexual e um gay chegar para mim e dizer que quer mudar sua orientação sexual, eu vou dar apoio, se é isso que ele realmente quer e se isso for lhe fazer bem. Mas seria preferível que se tentasse mostrar que ser gay não é uma anormalidade, que não é coisa do demônio, que é natural e, principalmente, algo banal, que não torna a pessoa melhor ou pior do que ninguém.

    O problema desse discurso de “cura” da homossexualidade é que isso pode gerar uma pressão pela parte homofóbica da sociedade para que todos os gays se submetam ao tal tratamento. Por trás desse discurso de cura e de possibilitar escolha para os gays existe uma tentativa de se exterminar os gays. Quer dizer, não necessariamente é esta a intenção, mas com certeza é isso que vão querer fazer.

    Promover uma “cura” da homossexualidade com a desculpa de ajudar quem quer mudar é uma ação totalmente ardilosa e sem escrúpulos, pois carrega em seu bojo um preconceito latente.

    Mais importante do que procurar uma cura para algo que NÃO precisa ser curado, porque não é doença, é procurar fomentar o respeito pelo próximo, sem tentar mudá-lo para se encaixar em um padrão social. Tudo se resume ao que Jesus nos diz: “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”. Se as pessoas entenderem isso DE VERDADE, aí sim termos uma sociedade baseada no respeito e de promoção da felicidade.

  5. Daniel, seu comentário foi muito pertinente. Muito sensato, aliás.

    Renato, a intenção promovida pelo autor do livro é simples e ele bem expressou no vídeo: tornar possível uma alternativa para aqueles que desejem mudar. Mas, e aí que está o “porém” que importa, respeitando a liberdade daqueles que queiram permanecer homossexuais.

    Por outro lado, essas expressões “cura”, “estar com o demônio” não ajudam em nada no debate. Mudar a condição (é esse o termo aceito pela comunidade homossexual) não tem a ver com processos mágicos ou milagrosos, mas com pura psicologia. Ainda que o indivíduo continue sentindo atração por pessoas do mesmo sexo, nada impede que ele seja feliz vivendo uma nova condição (heterossexual). E diferentemente do que os gays pregam, isso nem sempre é um suplício ou uma negação de si.

    O X da questão não é o preconceito, pois defendo que preconceito todos temos e sempre teremos em maior/menor grau. O problema é a intolerância. Essa sim que deve ser combatida. E quem prega a mudança de condição, não prega um discurso de intolerância, mas de preconceito baseado em seus próprios conceitos, entende isso? Conceitos diferentes, ideias diferentes são plenamente aceitáveis numa sociedade.

    Esse receio que você expressou de que a mudança de condição gere um extermínio dos gays da sociedade entra em choque justamente com o medo de que os gays possam calar a voz de quem pensa diferente e assim vivamos numa ditadura da minoria. Mas é como vocês todos disseram: nem todos têm a mesma postura.

    • Não sei se entendi direito essa parte: “E quem prega a mudança de condição, não prega um discurso de intolerância, mas de preconceito baseado em seus próprios conceitos, entende isso?”

      Poderia explicar melhor?

      Agradeço desde já.

  6. Sim, faz parte do que eu disse anteriormente. Não entendo preconceito como sinônimo de intolerância como é pregado por aí. Preconceito para mim é uma ideia que temos a respeito de algo/alguém (positiva ou negativa) baseada no background da pessoa. Ou seja, educação familiar e religiosa, convívio social prévio, etc.Como eu disse, preconceito é normal. Já intolerância seria uma instrumentalização negativa do preconceito. Para a mídia, no entanto, tudo está no mesmo saco: preconceito, intolerância e homofobia (que seria um tipo de intolerância).

    Em outras palavras, preconceito para mim nada mais é que um simples conceito sobre algo. É chamado de pré-conceito porque ao longo do tempo, na medida que você vai conhecendo o objeto desse conceito prévio, sua ideia sobre aquilo pode mudar (e é muito provável que mude).

    Fui mais claro?

    • Foi sim. Apesar de saber dessa concepção de preconceito que você expôs, eu fiquei confuso porque naturalmente já interpreto a palavra preconceito como negativo.

  7. Gostaria de postar uma opinião para debate e reflexão do tema:

    Eu já pensei por alguns ângulos e não consigo deixar de pensar que a homo ou bissexualidade são “desvios”. Vou tentar não usar doença ou distúrbio, porque não sei mensurar o que essas palavras representariam nesse contexto. Então eu uso desvio.
    Bom, antes de explicar melhor, digo que isso vem de grandes reflexões filosóficas hahaha. Peço que não me levem a mal.

    Daí vocês perguntam: “Desvio do que?”. Desvio da naturalidade. Vou organizar meu argumento com tópicos, para ficar mais fácil de entender:

    1) Lado biológico/fisiológico: se uma pessoa nasce homem ou mulher, o esperado é que essa pessoa sinta atração pela pessoa do sexo oposto. Isso seria explicado pela necessidade de propagação da espécie e tals. Geralmente, usam o argumento de que a mudança de sexo é algo que ocorre na natureza e portanto não tem porque achar isso errado com os seres humanos. Não é errado, mas não vejo como natural. Há espécies onde o bicho muda de sexo, mas em contextos onde a propagação da espécie está ameaçada (tipo muitos machos sem fêmeas).

    A questão da atração é mais complicada, pois se me pedirem para falar sobre as pessoas que não aceitam o corpo sexual que tem, eu vou falar que essas sim têm algum tipo de distúrbio ou recorro a explicação espiritual, de reencarnação… etc.

    Essa questão do lado biológico ainda levanta outras questões: e se isso for genético? Então pode ser considerado como uma deficiência, pois a orientação sexual da pessoa não condiz com seu corpo. Lembro que isso tudo é levando em conta o aspecto bem biológico mesmo, onde a atração sexual é mais questão de continuidade da espécie do que algo sentimental. Há quem diga que a atração por alguém vem de fatos exclusivamente biológicos.

    Pode-se levantar também questões do tipo: e se a orientação sexual for determinada por hormônios? Aí cai no mesmo caso da explicação anterior.

    2) Aspecto psicológico: Eu acredito que a homo ou bissexualidade pode vir com a pessoa desde pequena, mas que também pode ser causada. Vide o exemplo do autor do livro “Comprender y sanar la homosexualidad”, que era gay e inclusive teve um namorado na universidade por 3 anos! No caso dele, e segundo ele, os desejos homossexuais surgiram de abusos que ele sofreu na infância. Eu acho que existe esse lado também, mas não só ele.

    Outros fatores poderiam influenciar na orientação sexual, não só abusos. Assim como o Eistein é o papa da física, Freud é o papa da psicologia. Usando as fases que ele classificou e as considerando reais, pode ser que tenha acontecido alguma coisa para o homossexual numa dessas fases e tenha desencadeado isso. Não falo de abuso, mas de acontecimentos que aparentemente são sem importância, como uma repreensão para algo que a criança tenha feito, repreensão que poderia ter sido feita de outra forma.

    A verdade é que as pessoas usam muito as ideias de Freud quando as convém, mas quando usadas em relação a essa questão da sexualidade as consideram ultrapassadas ou erradas. Pode ser que ele estivesse errado ou certo, não sei, até porque não conheço muito bem as idéias dele. Estou apenas usando essa divisão das fases como fundamento pra meu pensamento.

    3) Explicação espiritual (não digo do espiritismo, até porque eu não vou afirmar nada do que não sei direito)

    Essa é uma das únicas explicações que eu consegui identificar uma “saída” que aceite a homo ou bissexualidade como natural. Haja vista a possibilidade da reencarnação, pode ser que a pessoa venha pra esse mundo com essa orientação sexual para que aprenda a entender as diferenças e que tenha que passar por isso para evolução espiritual.

    Há o aspecto do desvio do natural também: não me levem a mal se estiver falando besteira, mas digamos que um homem tenha que reencarnar como mulher, como parte de seu aprendizado. Pode ser que ele não queira ou não esteja muito preparado pra voltar e que ainda esteja muito apegado aos sentimentos por mulheres. Talvez essa fosse uma explicação para a homossexualidade: ele não se desapegou e não conseguiu viver o que ele tinha que viver.

    4) Evolução: eu vi esses dias que o olho azul é uma mutação. Pode ser que a homossexualidade ou talvez a bissexualidade seja uma mutação e talvez até um passo evolutivo! Por esse lado não é um desvio nem nada. É até uma explicação que enaltece. Apesar de que isso pode ser refutado pelo simples fato que esse passo evolutivo colocaria a propagação da espécie em risco. Lógico que hoje em dia há a possibilidade da inseminação artificial, mas a evolução não leva em conta o que o homem sabe, não é algo que alguém decide em função de novas descobertas.

    Apesar de pensar assim, não acho que os gays devam ser curados. Mas quem quer, deve ter esse direito.

    Eu concordo que os debates a favor da tolerância e do respeito são bem mais importantes. Caso ficasse comprovado que isso é um desvio ou algo do tipo, seria um perigo, porque seria como o Renato disse: haveria a pressão para que mudasse todos que fossem gays ou bi, mesmo quem não quisesse. Somente em uma sociedade utópica, onde descobertas não fossem usadas ideologicamente e/ou politicamente, acho que se poderia revelar esse tipo de descoberta.

    O problema é o tipo de pensamento discriminatório que põe o caráter da pessoa abaixo da sexualidade. Isso é errado. O mesmo discurso do Martin L. King poderia ser usado hoje em dia, no contexto dos direitos dos gays, não só perante a Lei, mas principalmente em relação à sociedade.

    Termino meu comentário com o que o Renato disse:

    “seria preferível que se tentasse mostrar que ser gay não é uma anormalidade, que não é coisa do demônio, que é natural e, principalmente, algo banal, que não torna a pessoa melhor ou pior do que ninguém.

    Mais importante do que procurar uma cura para algo que NÃO precisa ser curado, porque não é doença, é procurar fomentar o respeito pelo próximo, sem tentar mudá-lo para se encaixar em um padrão social”.

  8. Mas aí a gente entra num problema. Do ponto de vista científico não se pode fechar uma questão…não existem dogmas. O que a APA fez e que o Cohen bem chamou atenção foi para o fato de ter decidido que a homossexualidade não era doença sendo essa ainda uma questão abertíssima! Não se sabe origem, causas, quase nada sobre isso.

    Portanto dizer que não é doença simplesmente porque é politicamente mais agradável é muito fácil. Agora fica a questão: por que nesse caso a ciência não deve progredir para o bem dos homossexuais e por outro lado a ciência DEVERIA continuar os estudos com células tronco embrionárias?

    De um lado temos os gays que ficariam sentimentalmente feridos (e em muitos casos tornados vítimas de uma homofobia criminosa) e de outro teríamos os embriões – seres humanos – mortos pelo bem da ciência. Será que aí não haveriam dois pesos e duas medidas?

  9. Boa Noite a todos e todas… me identifico como Pedro… estou aqui para dizer que vivemos numa faixa de Gaza onde um lado estão os homoafetivos e do outros os contras porém no meio passam aqueles que muitas vezes não estão em nenhum dos dois lados e um destes sou eu… Não me considero Homossexual mas pratico atos homos.. saio com homens transo com eles, chupo seus membros, e ao terminar me sinto sujo, vazio e totalmente arrependido… agora pergunto a vcs sou normal? já vi inúmeras pessoas dizerem que uma vez gay sempre gay mas ate onde? como pode uma pessoas fazer algo por vicio e depois se sentir culpado por algo que fez… e certo? um assassino pode se arrepender de matar e continuar matando? ou o drogado? ou bêbado? vejo pessoas dando inúmeras receitas para resolverem problemas, mas o mundo caminha em passos largos para um problema muito maior “A RAZÃO” . eu não sou gay não me sinto mulher, não desejo homens apenas me satisfaço como se eles fossem um vaso uma pia ou um tanque que precisasse e depois o esquecesse ate precisar de novo. tenho 38 anos e ate hoje não encontrei ninguém que me respondesse o motivo de minhas necessidades, tenho faculdade, trabalho tenho uma família linda com irmãos maravilhosos, não fumo e nunca usei drogas não tomo bebidas fortemente alcoólicas e sou muito feliz mas as vezes me pergunto pq sou assim e nem mesmo Froid explica. to cansado de babacas metido a intelectual falarem bobeiras que não se encaixam a minha pessoa tudo que eu sei e o que tenho razão própria e queria uma cura da qual eu tenho direito de ser respeitada a minha opinião como cidadão amparado pela constituição. não sou homo fóbico, nem racista mas não quero ouvir o que não sou e muito mesmo o que querem que eu faça sem que quero o contrário. enquanto isso a guerra persiste e no final nem heteros nem homos vencerão pq os homos dependem dos heteros para manter a sua espécie ao contrario dos heteros q poderão perpetuar sempre numa sociedade corrupta e sem noção das coisas que estão acontecendo… um abraço a todos fiquem com Deus.

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