3 comentários em “Apostolado da Denúncia: estamos fazendo isso do jeito certo?

  1. Dòminus vobìscum.

    Estas são realmente belas palavras. Muito disso tenho presenciado em blogs católicos cujo autores se mostram mais “pontífices” do que o próprio Santo Padre.
    Muito entristece ver que ao apontarem os erros dos outros, apenas causem consternação e tumulto e usam o insulto como um “chicote”.
    Falo de “chicote”, pois o mesmo é uma arma “desleal” que costuma ferir quem não sabe usá-lo.
    A esses, se deve recomendar lerem a Epístola de Efrém da Síria, que fala sobre a vida monastéria. Outra coisa, muito se tem se dito sobre os sucessores dos apóstolos, e percebo a falta de bom senso e de um juizo bem formado nesses textos.
    A doutrina, o catecismo, as epístolas, bulas e tantos outros documentos e a pessoa repete como “protestante” – Leiam a bíblia e nada mais.
    Já a lemos e tudo em que se interpretou dela, agora, tentar a reescrever é no mínimo insensato.
    Espero que suas palavras repercutam em outros corações, como fizeramno meu.
    Obrigado!

    Dèo Grátias

  2. Salve Maria,
    Excelente post.
    Vejo muito isso mesmo, acredito que com uma prudência devemos sim corrigir os erros, assim como também como os nossos próprios erros, afinal ninguém é perfeito.
    Esse caso é um dos mais completos casos do termo católico. O católico não pode cair no extremismo, seja o de não corrigir para não causar cisma ou o de corrigir toda e qualquer coisa em qualquer lugar e seja quem for.
    É necessário a correção sim, mas com prudência e com amor, seja correção a um católico ou não católico.
    ” Estando sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que vos perguntar, mas com bons modos, com respeito e mantendo a consciência limpa”
    Acredito que isso vale também nesses casos.

  3. Salve Maria,
    gostaria de acrescentar algo no meu comentário.

    É o que diz a Instrução Redemptionis Sacramentum no número 283 e 284:

    “De forma muito especial, todos procurem, de acordo com seus meios, que o santíssimo sacramento da Eucaristia seja defendido de toda irreverência e deformação, e todos os abusos sejam completamente corrigidos. Isto, portanto, é uma tarefa gravíssima para todos e cada um, excluída toda acepção de pessoas, todos estão obrigados a cumprir este trabalho. Qualquer católico, seja sacerdote, seja diácono, seja fiel leigo, tem direito a expor uma queixa por um abuso litúrgico, ante ao Bispo diocesano e ao Ordinário competente que se lhe equipara em direito, ante à Sé apostólica, em virtude do primado do Romano Pontífice. Convém, sem dúvida, que, na medida do possível, a reclamação ou queixa seja exposta primeiro ao Bispo diocesano. Para isso se faça sempre com veracidade e caridade.”

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